16 de dezembro de 2013
Por: Paulo Yokota | Seção: Editoriais, Gastronomia, Notícias | Tags: artigo no The Japan Times, posições da FAO, volta aos hábitos passados no mundo
Um artigo elaborado por Jun Hongo e publicado no The Japan Times informa que no Japão também está se aumentando as opções de seres que não estavam servindo senão como alimentos exóticos que já foram mais utilizados em algumas regiões do país. Novos livros de Shoichi Uchiyama, um entomologista (aqueles que utilizam insetos como alimentos), estão oferecendo novas opções, estimulado pela posição da FAO – Food and Agricutural Organization das Nações Unidas que reconhece que alimentos que já estavam sendo esquecidos devem ser utilizados para suprir as demandas de forma mais sustentável. Também no Brasil, o chef Alex Attala está estimulando o uso de alguns tipos, como de formigas, que faziam parte usual da alimentação de alguns brasileiros, e que estavam sendo esquecidos, voltando a ser utilizados como iguarias.
Já experimentei alguns tipos de grilos, que, devidamente temperados, aparentavam petiscos para acompanharem bebidas, tendo o sabor semelhante ao de camarões. Em Shinjuku, no edifício Kabukicho, aumentam todo ano os participantes do Mushi Fes (festival de insetos), que já eram utilizados nas áreas rurais de Nagano e Yamagata. A FAO informa que mais de 2 bilhões de habitantes do mundo utilizam alguns tipos de insetos para se alimentar, e que continua como uma espécie de tabu nas sociedades ocidentais. Três razões são apontados para a volta do seu uso em maior escala: os insetos contêm os nutrientes necessários para os seres humanos, incluindo vitaminas, gorduras, fibras e minerais; sua expectativa de vida é mais curta e as técnicas de seu cultivo exigem menos espaços que os gados, emitem menos gases de efeito estufa, e são mais amigáveis ao meio ambiente; e exigem menores investimentos para a sua criação.


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15 de dezembro de 2013
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais, Notícias, Política | Tags: a exigência de análises históricas e comparativas, as dificuldades dos jornais e rádios com matérias mais trabalhosas, os problemas emocionais envolvidos, série de artigos sobre Belo Monte no suplemento Ilustríssima da Folha de S.Paulo
Uma importante matéria sobre Belo Monte elaborado por uma equipe composta por Marcelo Leite, Dimmi Amora, Morris Kachani, Lalo de Almeida e Rodrigo Machado envolvendo cinco partes, a primeira com duas páginas do suplemento Ilustríssima da Folha de S.Paulo, começou a ser publicada neste fim de semana. Informa-se que a reportagem consumiu dez meses de trabalho de muitos jornalistas. Constata-se que a imprensa diária impressa está encontrando dificuldades para coberturas desta natureza, dado o seu elevado custo e a concorrência com as publicidades voltadas para notícias mais rápidas, como as veiculadas nos meios eletrônicos. Os trabalhos investigativos que exigem mais tempo e dedicação acabam procurando outras formas de patrocínio, inclusive financiamentos até de instituição que não visam o lucro.
Ainda que estes trabalhos sejam cuidadosos e demorados, exigindo o empenho de bons jornalistas, que não sejam envolvidos por posições radicais de alguns ambientalistas bem como de outros interesses políticos, há que se constatar que os grandes projetos de infraestrutura exigem planejamentos e visões de prazo de muitas décadas. Nem sempre os jornalistas contam com os meios para estabelecer paralelos com outras obras semelhantes a Belo Monte, como Itaipu e o complexo de Jupiá e Ilha Solteira até porque suas histórias são anteriores ao nascimento de muitos jovens e competentes profissionais.


Hidroelétrica de Itaipu Belo Monte. Foto: Lalo de Almeida/Folhapress
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15 de dezembro de 2013
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais, Notícias, Política | Tags: acordos globais da OMC, artigo da Folha de S.Paulo trata da prioridade para o entendimento do Mercosul com a União Europeia, política brasileira, realidade dos entendimentos plurilaterais, TPP e Ttip
Diante dos avanços de entendimentos como o do TPP – Transpacific Partnership, reunindo países da Bacia do Pacífico e do Ttip – Acordo Transatlântico do Norte entre os Estados Unidos e a Europa, mesmo com os seus problemas, o Brasil para não ficar isolado procura pragmaticamente acelerar os entendimentos do Mercosul com a União Europeia, apesar dos entendimentos obtidos em Bali no âmbito da OMC – Organização Mundial do Comércio. A Folha de S.Paulo deste domingo publica uma matéria sobre o assunto elaborado por Patrícia Campos Mello. Todos sabem que o Brasil vinha insistindo nos acordos globais, mas os entendimentos da Rodada Doha não avançavam, exigindo também a aceleração dos entendimentos plurilaterais. E ainda haverá brevemente a perspectiva do fim do Sistema Geral de Preferência, que vinha ajudando os países em desenvolvimento, inclusive o Brasil.
O desejável é que o Brasil tivesse uma política de comércio internacional atacando claramente as duas linhas simultaneamente. Atrasou-se nos acordos plurilaterais ou até bilaterais que estão se ampliando em todo o mundo, considerando também que no âmbito do Mercosul conta-se com dificuldades para a aceitação na Argentina de acordos desta natureza. As autoridades brasileiras necessitam deixar claras as linhas perseguidas ao longo do tempo, que, mesmo marcado pelo pragmatismo, exigem esforços para conseguir um mínimo de consenso interno, pois as dificuldades de negociações com parceiros externos são extremamente complexas.

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15 de dezembro de 2013
Por: Paulo Yokota | Seção: Cultura, Editoriais, Notícias | Tags: Prêmio Nobel critica revistas científicas de elite, publicações reduzidas, The Economist divulga uma inusitada disputa
De um lado, as três revistas científicas do mais alto nível, Science, Nature e Cell, acusadas de serem exageradamente exigentes publicando um número limitado de trabalhos científicos, publicações algumas vezes mencionadas neste site. De outro, o doutor Randy Schekman, o Prêmio Nobel de Medicina ou Fisiologia deste ano de 2013, da Universidade da Califórnia, Berkeley, e editor da revista científica eLife de livre acesso. Portanto, um grupo de instituições do mais alto nível científico disponível no mundo atual. A notícia desta disputa foi publicada na rigorosa revista The Economist desta semana, com base na entrevista concedida por Randy Schekman no respeitável jornal britânico Guardian. Todos os envolvidos pertencem ao melhor do que se dispõe notadamente nas suas especialidades.
A acusação do novo Prêmio Nobel, que recebeu os prêmios nesta semana (medalha e cheque), é de duas naturezas: a primeira é que estas revistas científicas, conscientes de suas importâncias que desejam preservar, restringem deliberadamente as divulgações de trabalhos, tornando-se revistas de luxo; a segunda é que a ciência está sendo distorcida, valorizando exageradamente os que conseguem publicar seus trabalhos, não abrindo espaço para os novos trabalhos.




Randy Schekman
Lamentavelmente, sendo todos os envolvidos ou seus responsáveis seres humanos, mesmo no mais elevado nível científico são dotados de vaidades naturais, que acirram os debates. O interessante é que as revistas mencionadas estão sendo acusadas de serem exageradamente rigorosas, demorando na publicação dos trabalhos, que são divulgados somente depois de minuciosos exames dos seus conteúdos por no mínimo dois especialistas, chamados de referees, mantidos incógnitos para evitar plágios e pesquisas não comprovadas devidamente ou que não sejam contribuições originais.
Como no campo científico as citações efetuadas em outros trabalhos indicam a sua importância, na medida em que eles não contam com a concorrência de novas contribuições publicadas acabam sendo beneficiados.
Estas revistas são vendidas e seus preços são elevados, e o crítico as compara com outros produtos de luxo que contam com exemplares limitados. No caso da revista do qual ele é editor, informa-se que é mantido por instituições beneficentes de pesquisas científicas.
Muitos cientistas podem estar de acordo com o novo Prêmio Nobel, mas com o receio de serem discriminados tenderão a expressar suas opiniões somente em círculos restritos. Como Randy Schekman já alcançou um dos maiores destaques, ele pode contar com a liberdade de até exagerar nas suas observações.
No campo das ciências sociais, como a economia, observa-se que acaba ocorrendo uma tendência para valorizar os trabalhos de uma linha em determinadas revistas, gerando certo modismo. Sendo os cientistas seres humanos, mesmo com seus rigores e disciplinas podem também ser envolvidos em perigosas vaidades.
14 de dezembro de 2013
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais, Notícias, Política | Tags: a influência da diáspora chinesa, artigo sobre o assunto no Bloomberg, interesses chineses, interesses nipo-americanos, problemas de segurança e comerciais
O Sudeste Asiático está merecendo uma atenção cada vez maior tanto da China como da aliança nipo-americana envolvendo o comércio, os investimentos e financiamentos, como problemas relacionados com as disputas territoriais, que acabam ampliando as preocupações com a segurança regional. Enquanto as mais altas autoridades chinesas intensificam visitas aos países vizinhos da região, procurando intensificar o seu intercâmbio, o primeiro-ministro Shinzo Abe hospeda a cúpula dos líderes da ASEAN – Associação dos Países do Sudeste Asiático, ao lado do aumento de viagens de autoridades japonesas para a região, procurando ampliar os intercâmbios com investimentos e financiamentos japoneses. Os interesses comerciais regionais de todos com os chineses são substanciais, bem como existe uma diáspora dos imigrantes chineses que representam importantes contingentes populacionais de seus descendentes na região, o que não acontece nem com os norte-americanos nem com os japoneses, o que não pode ser desprezado. Estas tentativas de aumentar suas influências estão se intensificando de todos os lados.
Como se trata de uma das regiões mais dinâmicas do mundo atual, mesmo que seus problemas também sejam monumentais, tanto pelas dimensões de suas populações como portadores de longas historias e consolidadas culturas que voltam a serem valorizadas, estas disputam acabam chamando a atenção mundial. Mas não parece possível simplificar as questões, imaginando que já se caracterizam dois blocos, pois existem variadas sobreposições de interesses, que muitos pretendem simplificar nas suas análises. Um artigo elaborado por Chris Blake e Isabel Reynolds para o site da Bloomberg procura discutir algumas destas complexas situações.

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14 de dezembro de 2013
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais, Notícias | Tags: dois artigos sobre o assunto no Valor Econômico, estimativa para a safra de 2013/2014, o desenvolvimento da região de Mapitoba, o efeito na economia brasileira apesar da estiagem
Um artigo publicado por Fernando Lopes e Mariana Caetano no Valor Econômico apresenta a estimativa da produção agropecuária brasileira em 2014, que deve apresentar um crescimento de 9,8% mesmo com a estiagem. No mesmo jornal, Mariana Caetano apresenta uma fronteira agrícola cada vez mais madura na região conhecida como Mapitoba – compreendendo partes do Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia – estimando que a safra de soja para 2013/2014 deve apresentar um crescimento de 35%. São informações que confirmam a importância da agropecuária na economia brasileira, que está levando o desenvolvimento para regiões que eram consideradas desfavoráveis para estas atividades.
O primeiro artigo mostra que a lavoura brasileira vem apresentando um crescimento expressivo nos últimos dez anos, cujo valor bruto de produção cresceu de R$ 163 bilhões para R$ 305 bilhões, quase dobrando numa década. A da pecuária teria passado de cerca de R$ 85 bilhões para R$ 145 bilhões, com um crescimento pouco menor. O destaque seria a produção de soja, cujo preço continua sendo atrativo, e o problema continuaria sendo o gargalo logístico para o seu escoamento. O importante é que tudo isto estimula todas as atividades econômicas ligadas ao agronegócio, ampliando seus efeitos estimuladores por toda a economia brasileira.


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13 de dezembro de 2013
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais, Notícias, Política | Tags: aglomeração de imigrantes indianos, choque de imigrantes com a polícia, problemas raros em Cingapura, restrições ao uso de mão de obra barata do exterior
Cingapura é um país/cidade singular no mundo, a mais importante no Sudeste Asiático do qual é considerado uma espécie de Capital Regional, com privilegiada localização estratégica, inclusive portuária numa rota crucial para aquela parte da Ásia. Conta atualmente com o aeroporto considerado o melhor do mundo. Com somente cerca de 710 km² é hoje considerada uma das mais desenvolvidas, com uma renda per capita superior a US$ 50 mil. Conta com uma população em torno de 5 milhões de habitantes, atualmente com forte predominância de descendentes de chineses, com cerca de 75% de sua população, contando também com malaios e hindus. Quando os ingleses deixaram esta antiga colônia, a distribuição era de cerca de 1/3 de cada etnia. Foi ocupada durante a Segunda Guerra Mundial pelos japoneses.
A partir do entorno de 1965, Cingapura passou a contar com uma espécie de ditadura esclarecida comandada por Lee Kuan Yew, que modernizou o país, impondo uma disciplina rigorosa. Qualquer pessoa que atirasse uma ponta de cigarro ou um papel na rua poderia ser presa, o que a tornou uma das cidades mais limpas do mundo. Foram estimuladas em Cingapura as instalações de empresas internacionais que tinham atividades no Sudeste Asiático, notadamente os bancos e as tradings. Foram estimulados os empreendedorismos, proporcionando estímulos para a instalação de pequenas empresas locais, ao mesmo tempo em que os estudantes contavam com bolsas para estudar inclusive no exterior, o que só beneficiava o primeiro filho, pois os demais teriam que ser arcados pela família com todos os seus custos. O país tornou-se famoso como um dos mais destacados dos Tigres Asiáticos.




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13 de dezembro de 2013
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais, Notícias, Política | Tags: artigo no The Economist, comparações com o Brasil, problemas econômicos e políticos da Índia, suas complexidades
A Índia, como é sabida por todos, é o segundo país do mundo em termos populacionais, perdendo somente para a China, e vem desenvolvendo um sistema político democrático, lutando com suas dificuldades diante de muitas diferenças internas, para obter um padrão de vida mais razoável para a sua grande população. Vinha conseguindo manter o poder político com o Partido Congresso, onde a família Gandhi sempre foi influente. O atual primeiro-ministro Manmohan Singh, que foi mais reformista, hoje com 81 anos está terminando o seu mandato, com as eleições marcadas para maio do próximo ano. Rahaul Gandhi deveria ser o candidato, mas não aparenta apetite para tanto.
Narendra Modi é o favorito para se tornar o próximo primeiro-ministro da Índia, ele que vem administrando a localidade de Gujarat, que possui 5% da população do país, contando com um núcleo apaixonado de adeptos, com um misto de eficiência econômica e nacionalismo hindu de linha dura. Ele é visto como alguém capaz de tirar a Índia de suas dificuldades atuais, que está com baixo crescimento, incapaz de criar os empregos necessários. Mas ele tem uma terrível mancha de violência em 2002, que deixou mais de mil mortos, a maioria de muçulmanos.

Narendra Modi
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12 de dezembro de 2013
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais, Notícias, Política | Tags: avanço atribuído à ação de Roberto Azevêdo, o ideal de acordos multilaterais e globais, versão impressa do The Economist
O que a importante revista internacional The Economist já tinha adiantado em linhas gerais no seu site, como já postado neste, e agora aparece de forma completa e mais veemente na sua próxima edição impressa, em dois artigos importantes. Nos últimos doze anos, muitas vezes a chamada Rodada Doha já parecia condenada. Mas na reunião de Bali um esforço especial foi desenvolvido, para se chegar a um primeiro acordo mais modesto, com a revista expressando que se trata de uma vitória pessoal do diplomata brasileiro Roberto Azevêdo, que se tornou direitor geral da OMC – Organização Mundial do Comércio em setembro último. Uma afirmação desta magnitude acaba tendo repercussão internacional. O mesmo tipo de reconhecimento está ocorrendo em muitos meios de comunicação social do mundo, como no Correio da Rússia que colocou o título Roberto Azevêdo “É o Cara”.
A revista The Economist expressa que todos os chamados acordos bilaterais ou plurilaterais podem ser mais fáceis e representam avanços para a liberalização do comércio internacional. Mas todos apresentam as desvantagens de marginalizar os que não estão incluídos, podendo transferir o comércio que era feito entre alguns países para outros. O entendimento de Bali, envolvendo 159 países, encontrou os obstáculos usuais como os relacionados com os subsídios agrícolas dos países desenvolvidos, e os problemas mais difíceis foram postergados nas suas soluções definitivas, onde se destacava a posição da Índia no seu estoque estratégico de alimentos. Também Cuba apresentou o problema do boicote dos Estados Unidos, mas todos foram mantidos nas mesas de negociações por Roberto Azevêdo, mesmo com o tempo esgotado. Atingiu-se o acordo no dia seguinte, sábado, dia 7 de dezembro, deixando uma pauta intensa para ser negociada no futuro próximo.

Roberto Azevêdo
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12 de dezembro de 2013
Por: Paulo Yokota | Seção: Editoriais, Gastronomia, Notícias | Tags: adaptações em São Paulo, amplas divulgações sobre as culinárias, o que vem ocorrendo no mundo
Mesmo com as melhores das intenções de Janaina Fidalgo, que publicou no Eu & Estilo do Valor Econômico uma extensa matéria sobre mudanças que estão ocorrendo em São Paulo na gastronomia, ela abarca somente algumas mudanças que estão se acelerando com a crise atual. Como na maioria dos lugares no mundo, sempre houve algum tipo de culinárias servidas até de forma popular nas ruas sem perder a sua qualidade. Os que conhecem a China, o Japão e muitos países asiáticos sabem que ótimos alimentos são tradicionalmente oferecidos em barracas nas ruas, tanto tipos de macarrão preparados na hora com ótimos molhos como cozidos do tipo chamado em japonês como “oden” ou grelhados variados de frutos do mar, normalmente muito simples.
Mesmo em Paris, até os restaurantes de primeiríssima linha contam com estabelecimentos auxiliares mais simples, com a qualidade da culinária quase equivalente, onde preparam os que trabalhariam depois na cozinha ou no salão do restaurante principal, que oferece um serviço mais sofisticado evidentemente com preços elevados. Nas cidades interioranas francesas e mesmo na Capita,l as “feiras” costumam apresentar os produtos variados preparados por familiares dos produtores rurais com muitos tipos de pães, embutidos, queijos e até legumes e frutas da melhor qualidade, quase todos de produção limitada. Nada melhor para conhecer as especialidades regionais e o que nem sempre se encontram nos estabelecimentos tradicionais. No Parque Água Branca, em São Paulo, algo semelhante já se tornou tradicional junto com a feira de produtos orgânicos.
Recentemente, nos Estados Unidos aumentaram os chamados “food trucks” que contam com melhores condições higiênicas e de conservação dos alimentos, substituindo em parte os que antes serviam somente “hot dogs” e assemelhados, além de multiplicar a venda de produtos adaptados do mundo árabe. Em alguns existem filas de clientes com algumas esperas.



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